Sempre falamos de perdão como sendo algo tão fácil de ser alcançado.
Mas na pratica isso é tão vulnerável.
Falar que perdoou já é um começo, um passo.
Mais é só o inicio da caminhada.
A parte amarga que passa pela boca.
Machuca mesmo o ardido que fica no coração quando ainda o perdão não chegou.
Corroendo e remoendo sentimentos e humores.
Prendendo a alma em uma escuridão sem fim.
Se embolando em uma onda onde o ar aparenta nunca surgir.
Só umidade e frio, sem um raio de luz.
Somos gente sistemas.
Quando um nó interior aparece, outros brotam.
Resolva-o e viva.
Só diluindo o mal pela raiz, solucionam-se as outras pragas.
Não é necessário se envenenar para isso.
A resposta é exatamente o avesso disso.
Se purifique, se alinhe e se ame.
Só há uma forma de ser feliz com o próximo.
Sendo feliz com seu próprio interior.
Se perdoe para perdoar.
Só assim você irá alcançar.

Adorei!
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Aline, vc já leu Simone de “Beauvoir”… ou Jean Paul Sarte… filósofos existencialistas… vai aí uma dica.
Ricardo – proseando na rrroça.
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Li alguma coisa deles sim, mais nada tão a fundo. Vou procurar, grata pela dica!!
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